Entre aquilo, que conseguimos medir e o que o ser humano experimenta interiormente, existe um território de perguntas, que continua desafiando a nossa compreensão. Emoções, condições de vida, sentido de Existência e diferentes formas de lidar com adversidades, participam de uma realidade muito mais complexa. Nesse cenário, a espiritualidade, ocupa um espaço sobre bem-estar e qualidade de vida. Este diálogo, toca em uma questão fundamental, que não somos apenas organismos biológicos, mas que existe, uma dimensão da consciência que ultrapassa o cérebro. Se a ciência, procura fenômenos observáveis, a espiritualidade, envolve experiências subjetivas, valores, propósito e questões sobre a Existência. O diálogo, envolve significado e propósito.
A crença, não elimina a ausência, mas pode modificar, o horizonte complementar e apresenta, o ser humano além do corpo pela concepção própria da natureza humana. O cérebro, possui papel fundamental durante a experiência corporal, mas, não é o produtor, último da consciência. É apenas, o instrumento através do qual, o espírito se manifesta, enquanto encarnado. Ciência e espiritualidade, não precisam competir. Observar fenômenos, comparar comunicações e questionar interpretações, antes de organizar as ideias, para quem deseja conhecer, modifica nossa compreensão. A verdade, não precisa ser protegida da investigação, pela sensação intensa de presença. Observe os estados profundos de paz, durante a oração ou meditação, pelos sonhos marcantes ou acontecimentos ocorridos, durante situações próximas da morte. Essas vivências, podem ser profundamente transformadoras, para quem as experimenta. Entre reconhecer, a experiência e determinar a sua causa, requer postura equilibrada. Cristo Jesus disse “na Casa de meu Pai há muitas moradas”. As chamadas experiências de quase-morte, ocupam um espaço, particularmente interessante nessa fronteira.
Amados, queridos e fiéis leitores. A espiritualidade e a física quântica, revelam que, palavras, energia, vibração e frequência, mostram a consciência, o pensamento e fenômenos para o cuidado psicoemocional. A verdadeira caridade, consiste em fazer tudo aquilo que estiver ao nosso alcance. Cuidar da mente, também é cuidar do espírito. O autoconhecimento, ajuda-nos a reconhecer limites. A esperança, lembra-nos de que, uma fase difícil, não precisa definir, toda a nossa história. E a caridade ensina, que ninguém atravessa sozinho, momentos de grande sofrimento. O diálogo mais importante, talvez esteja apenas começando. Os mistérios da Existência e a consciência, valorizam a fé raciocinada. Em todas as épocas da humanidade, a fé inabalável deveria encarar a razão. Compreender a consciência, é reconhecer com humildade, aquilo que, ainda procuramos compreender. Ainda há Tempo. Vai, no caminho a vida explica. Cuidar da mente e cuidar da alma, é descobrir por que estamos aqui. E com a estimada, querida e amada Alma gêmea, a nossa eterna gratidão. Bom dia e boas energias. Eu acredito em você.