Viva a vida e em cada existência, como o vento, que não tenta soprar, mas simplesmente atravessa o mundo, sem esforço, sem intenção de ser percebido. Ele, não se pergunta, para onde vai, nem se apega ao que toca. Apenas passa, e, ao passar, transforma. Assim, é o ser quando é inteiro, não força caminhos, não cria pesos desnecessários, não resiste ao fluxo da vida. E, ainda assim, move tudo ao redor com uma suavidade que só o essencial conhece. Viva, como o coração que não tenta bater, mas pulsa fiel ao mistério da vida, sem esforço, sem consciência do próprio milagre. Ele não decide amar, não calcula o ritmo, não hesita diante do próximo instante. Apenas continua sustentando, em silêncio, tudo o que você é. Assim também, é o existir profundo, não precisa de controle, não depende de garantias, não se prende ao medo de parar. E quando, você confia nesse fluxo, percebe que viver, não é algo que você faz, é algo que, acontece em você, livre, inteiro, como um coração que nunca aprendeu a não bater.
Siga, sustentando em silêncio, tudo o que você é, sem pedir reconhecimento, sem exigir que você perceba. Há, uma força tranquila, que não se anuncia, mas permanece, mesmo quando você se perde de si. Ela, não julga suas quedas, não se afasta nas ausências, não se altera com suas dúvidas. Apenas, sustenta o seu respirar, seu sentir, seu recomeçar invisível a cada instante. E talvez, quando você silencia de verdade, consiga enfim notar, não é você que está tentando se manter, é a própria vida te sustentando, em silêncio, desde sempre. Quando você silencia de verdade, o mundo não desaparece, ele se revela. Não é pensamento, não é emoção, é presença. Uma presença que não explica, mas compreende. O silêncio não é apenas a ausência de som, é a presença que permanece quando todo o ruído perde importância. É o espaço onde a vida não precisa se explicar, nem se defender, nem se provar. O silêncio não apaga, ele revela. Há plenitude e o ser não busca, ele reconhece.
Amados, queridos e fiéis leitores. Como o vento que não tenta soprar, a verdadeira gratidão simplesmente acontece, ela nasce da essência de uma alma desperta. O Sol não se esforça para iluminar, a gratidão é a expressão natural de um coração em paz. O vento, leva sementes para terras distantes, a gratidão espalha esperança por onde passa. Como o vento que ninguém vê, mas todos sentem, a gratidão é invisível aos olhos, porém transforma profundamente o espírito. O vento, dança livre entre as montanhas, a gratidão encontra caminhos, onde a mente, enxerga limites e não tenta soprar, o rio não tenta correr, o Sol não tenta brilhar e da mesma forma, a alma desperta, não tenta ser grata, ela simplesmente é. Quando, deixamos de forçar a felicidade e aprendemos a agradecer, tornamo-nos como o vento, livres para seguir o fluxo da vida. Vai, no caminho a vida explica. E com a estimada, querida e amada Alma gêmea, a nossa eterna gratidão. Bom dia e boas energias. Eu acredito em você.