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Os desafios comuns e as características do filho sistêmico

É na visão psicanalítica, que podemos entender que o filho é um ser complexo que traz as fantasias, desejos e conflitos inconscientes dos pais, não sendo um recomeço absoluto, mas um encontro com o real, onde as projeções parentais se manifestam, exigindo um amor maduro. Segundo Donald Woods Winnicott, Pediatra e psicanalista inglês-britânico, diz que os pais devem oferecer um "ambiente suficientemente bom" para autonomia, enquanto o pai (ou figura paterna) é crucial para a superação do complexo de édipo e a identificação de gênero, formando a base para a estruturação psíquica da criança, além de herdar as faltas e não só o amor dos pais. Com as projeções e fantasias parentais, o filho muitas vezes encarna os desejos, medos e memórias não resolvidas dos pais, sendo um espelho de suas próprias histórias e traumas. Amor como dádiva, não dívida, revela que o amor parental ideal não é meritocrático, mas uma doação incondicional, focada nas necessidades da criança, permitindo sua liberdade e desenvolvimento. Freud disse em o "estranho familiar" que a chegada de um filho traz sentimentos ambivalentes e estranhezas, revelando aspectos do inconsciente familiar. Já o papel do Pai em sua função Paterna, é essencial para a resolução do complexo de édipo, entender que a figura paterna ajuda a criança a se afastar do vínculo exclusivo com a mãe e a se identificar com o próprio gênero, auxiliando na formação do superego. O ambiente suficientemente bom é o colo materno ou cuidador principal que acolhe, mas permite que a criança explore e desenvolva sua autonomia, aceitando as imperfeições dos pais. Esta herança inconsciente explica que o filho carrega consigo não só o amor, mas as falhas e conflitos dos pais, que podem reviver angústias inconscientes nos genitores. 

Devemos atentar as implicações para a criação do filho, pois, a consistência revela que os pais devem estar em sintonia para estabelecer limites claros e firmes, evitando conflitos na frente da criança. Já o autoconhecimento é importante para que os pais, pois, precisam rever seus próprios costumes e comportamentos, pois a criança os observa e reproduz, conforme a psicanálise ensina. Assim, a superação do ideal é aceitar que o filho será um indivíduo real, não uma cópia idealizada, é fundamental para um amor maduro. Quando Freud fala do nascimento como um terremoto, nos faz refletir e muito. Se assim é a assunção de papéis inadequados pode assumir responsabilidades exageradas, agindo como pai ou mãe dos próprios pais ou irmãos, sacrificando sua própria infância e vida, o que gera cuidadores sérios e com dificuldades emocionais.

Observe as Lealdades invisíveis se repetem padrões, dificuldades ou exclusões de ancestrais, sem saber, buscando um lugar ou tentando resolver problemas que não são seus. Atente-se que a dificuldade em seguir a vida, geram problemas de autonomia, sucesso, relacionamentos ou finanças podem surgir quando o filho não honra e aceita seus pais como eles são com seus defeitos e qualidades e não se conecta com a vida que recebeu deles. Então, a busca por um lugar, mantém a dinâmica sistêmica que sempre busca que cada membro encontre seu lugar, o pai, a mãe e o filho, para que o sistema se equilibre, e o filho possa fluir com a vida que recebeu. Estudando a visão sistêmica como se manifesta na prática, o reconhecimento dos pais, está em aceitar os pais como são, com seus erros e acertos, e reconhecer a vida que eles transmitiram, mesmo que seja difícil. Assim seguimos para a liberação para a vida. Os pais que amam verdadeiramente, liberam seus filhos, para que sigam seus próprios caminhos, sem pesos ou expectativas exageradas, permitindo que o filho se conecte com as forças masculina e feminina para a vida. Vale ressaltar a importância do equilíbrio no dar e receber. É fundamental entender que o filho recebeu a vida, que é o maior presente e, em troca, honra seus pais seguindo sua própria vida com sucesso, sem tentar consertar ou cuidar deles em um papel inadequado. 

Queridos, amados e fiéis leitores. Um filho sistêmico pela relação pai, mãe e filho na visão sistêmica, refere-se à compreensão de que o filho é parte de um sistema familiar maior, influenciado por padrões, histórias e lealdades invisíveis de gerações passadas, e que seu papel (e dificuldades) pode refletir desequilíbrios no todo, buscando seu lugar legítimo para seguir a vida com força, autonomia e equilíbrio, muitas vezes através do reconhecimento dos pais como são, e não como idealizados, segundo a constelação familiar de Bert Hellinger. Veja o que acontece na Sociedade humana. Observamos o filho corvo e o filho águia. Isso refere-se a uma metáfora popular e também a um versículo bíblico (Provérbios 30:17) que contrasta o comportamento do filho-corvo que é o que desobedece à mãe e o pai, pois ele vive na sombra e se torna dependente, mas com o filho-águia é o que voa alto, independente, focado no próprio voo e propósito, sendo o corvo, na fábula, aquele que tenta derrubar a águia, mas acaba perdendo no jogo da altitude e oxigênio, ensinando a não perder tempo com provocações, mas a focar no próprio crescimento e voo elevado. Ainda nesta metáfora da águia e do corvo, o filho-corvo por ser crítico e dependente, vive à sombra, é um escravo da mãe, e age por comandos, tem vitalidade esvaziada e se apega a maldades narcísicas, atacando quem está acima. Já o filho-águia é independente e sábio, pois, vive na luz própria, voa alto e autônomo, não se irrita com o corvo, simplesmente sobe mais alto até que o corvo não aguente mais. E então, a moral desta história, sugiro que você, não perca energia com pessoas insignificantes, eleve-se, foque no seu propósito e voe mais alto, como a águia. Cada linha tem a expressão e compara dois tipos de pessoas e comportamentos, um que se prende ao negativo e outro que busca a liberdade e a grandeza, voando acima das adversidades e provocações, ensina a não se importar com quem não está no mesmo nível. Adultos em conflitos, carregam uma criança ferida. Se educamos as crianças, não precisamos punir os adultos. Emoções reprimidas sempre vivem e ignorá-las é como enterrar-se vivo. Sempre há a oportunidade e a possibilidade de reconciliar consigo mesmo, e realizar a sua reforma íntima e sem martírios e em cada amanhecer, faça uma nova reflexão, para ajustar o seu relógio. Defina-se menos, procure mais. E com a estimada, querida e amada Alma gêmea, a nossa eterna gratidão. Bom dia e boas energias. Eu acredito em você. 

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