Ouvi pela madrugada, passos lentos, como um caminhar, que se aproximava. Parei de escrever e busquei o presente da presença. Olhei para a direita e ali estava um Senhor. Ele olhou fixamente em meus olhos e disse. Estou perdido, me ajude. E me disse, em minha infância, não tem uma única lembrança, mas várias, que permanecem na memória por muito tempo. Há certas coisas que, de um jeito ou de outro, se tornam difíceis de esquecer. Trago a dúvida, pois as marcas que trago revelam quem somos e quem nos tornamos. Tudo permanece vivo em minha mente e na trajetória. É preciso valorizar a infância, pois é a base para se cuidar do futuro. E finalizou, apenas me ouça. Eu em lágrimas, o abracei e disse, seja muito bem-vindo. Ele retribuiu o abraço e em lágrimas, deitou-se em posição fetal e entrelaçando os dedos das mãos se manteve em silêncio.
Olhei novamente e fixamente em seus olhos entre abertos e lhe disse. “Senhor, se o destino ainda quiser, podemos olhar, como se fosse da primeira vez. Mudar de direção, trocar de silêncio, caminhar com a mente e o coração. É como o vento que bate ao portão e segue esbarrando pelo destino. O amor se escreve e mora no tempo, a história pela passagem, a estação a nos esperar. O amor aceita o inverno e lhe guarda por perto. Ele permaneceu emocionado. Continuei a lhe dizer. A flor e o espinho se encontram no mesmo jardim. Nada se apaga pelos olhos, e olhar o Sol deixando o jardim e a vida encontrar, o suspiro da alma. Esperando sem saber, e quem foge assim, é quem sente e diz pelo abraço apressado, ser feliz. Quem corre é quem volta e se solta, em tudo, reconstruindo tudo outra vez e sem deixar de ser você. Os sonhos são sempre gratuitos, mas realiza-los tem o seu valor. O amor, é fonte que leva e traz a paz. A esperança nos fascina. Cantar em cada amanhecer. O tempo e a distância, passam entre risos e suspiros”. Balbuciando algumas palavras ele disse, agradecido eu estou e feliz por me ouvir e acolher. Levantou daquela posição e viu ali que estavam os benfeitores da Colônia Manto da Luz. Um grande manto de Luz o envolveu e assim, saiu volitando com os benfeitores. Senti o cheiro de rosas que permaneceram no ambiente, por muito tempo. Emocionado permaneci e continuei a registrar cada sentimento ali expressado.
Amados, queridos e fiéis leitores. O sentimento nunca desafina o seu tom. Vivemos pela história que o tempo jamais se esquece. O espírito da verdade, por meio da fé, segue rumo a vida eterna. O reconhecimento do nosso amor, e iluminar com bondade em cada manhã, e todas as noites, à sua fidelidade, é o alegre acordo de viver. Alcançar a meta da eternidade. A personalidade congênita ascendente, contribui com a divindade, com expressões jubilosas, e pelo riso espiritual do tempo e do espaço. A família humana, pode viver sua vida, com grande emoção e com lágrimas entre preces eficientes. Os ensinamentos, nos fazem declarar o pleno estímulo, ações inerentes pela energia do destino, que é a realidade e o fogo temperador da consciência, pelo reconhecimento e controle cotidiano de nossa essência e conduta de Luz e paz. Viver é, semear em terreno sempre fértil e se encantar com a colheita. E com a estimada, querida e amada Alma gêmea, a nossa eterna gratidão. Bom dia e boas energias. Eu acredito em você.